Daí que eu preciso escrever alguma coisa dessas.
Mas eu tô sem ideia. Na verdade eu não sei nem por onde começar.
Porque tipo, tudo o que eu encontro na net como referencia é muito falso, e formal, e sei lá.
Não é isso que eu acho que eu queria.
Então, pra dar um reforço nas ideias, vou escrever alguma coisa por aqui, como se eu estivesse mandando alguma carta para alguém, que provavelmente vai passar longe do que eu preciso fazer...
"Caro cliente,
Como vai você? Tudo certo? Espero que seus negócios estejam indo bem.
Faz algum tempo que não entro em contato com você dessa maneira, mas esses dias, estava lembrando há quanto tempo somos parceiros, e por isso decidi enviar essa carta.
Foram longos anos de parceria, não é? Nesse meio tempo, crescemos juntos e apesar das adversidades sempre permanecemos firmes.
É muito bom poder contar com parceiros como você que fizeram parte e construíram a nossa história
Bem, é por isso que estou mandando essa carta. Para agradecer por todo esse tempo que você esteve ao nosso lado. E para lembrar o quanto você é especial para mim, e quanto eu considero você.
Eu espero realmente que possamos ser parceiros por mais tempo.
Qualquer coisa pode contar comigo.
Um grande abraço,
A empresa"
Agora, a empresa pede o cliente em casamento e todos ficam felizes para sempre. /o/
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nada a ver
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muro das lamentações
Saudações, leitores imaginários.
Como eu disse no título, como dá para notar, tem um tempinho que não posto. Algumas semanas, para ser mais exata.
Acontece, que gente acaba é esquecendo mesmo de postar, aí ferra mesmo.
Para o post de hoje eu vim lamentar a minha incrível falta de capacidade de decidir que projeto de RPG maker que eu vou criar.
Senta que lá vem historinha (apesar de eu achar que quem está lendo isso, se tem alguém lendo isso, já está sentado...):
Há um ano mais ou menos, eu descobri um programa chamado RPG Maker. Um programa para criar jogos cheio de recursos e materiais. Vários autores a internê criam os mais variados recursos para o programa. Bem, não vou falar muito sobre a ferramenta, quem quiser pesquisa.
Depois de um tempo fuçando em todas as versões do programa, e de penar um pouquinho, eu terminei o meu primeiro projeto, cujo nome é "The Last Words". Um jogo de mistério/terrorzinho (na falta de melhores termos) que não me orgulho muito.
Comecei um projeto chamado "The Treehouse Kids". Tava ficando até legal e engraçadinho, mas perdi uma parte do projeto quando meu computador deu pau, e desanimei completamente dele.
De lá para cá, entre muitos experimentos e inícios-de-projeto eu ainda não consegui pensar no que seria "o projeto ideal". Aquele projeto que eu vou me dedicar mesmo, e dar o meu melhor.
É muito difícil. Começando pelo gênero: Eu gosto de terror, de comédia, de jogos modernos, de jogos de fantasia (estilo medieval) e de jogos de mistério, puzzles, e jogos de romance escolar visual novel. E na hora de pensar "qual vai ser o gênero do meu projeto?" e eu sei que é complicado misturar tudo isso, me bate aquela dúvida colossal, logo de início.
E depois passa para a história. Eu crio na minha cabeça muitas histórias e muitos personagens, mas nenhum deles me deu paixão suficiente para motivar a tirar a história da minha cabeça e passar para outro lugar. Desse jeito, não consigo de jeito nenhum bolar um roteiro decente.
Aí na hora de pensar que recursos de imagem usar, é a pior parte. Até hoje eu não encontrei um estilo de arte que me agradasse completamente. Nunca tem uma combinação boa. Até porque eu sou chata pra caramba com isso. E vira e mexe eu acho várias e várias coisas lindas, e não consigo me decidir qual delas usar. Tem hora que eu cismo de criar meus próprios recursos, mas acho trabalhoso e cansativo demais. Sem falar que me falta a habilidade.
E mais uma série de bloqueios esquisitos que eu imponho que não me deixam terminar é bosta nenhuma.
Enfim. Vou continuar tentando. A esperança é a última que morre.
E é isso. Desculpa pela lamentação aleatória. Mas se um dia eu seguir com um projeto, quem sabe eu não coloco aqui...
Como eu disse no título, como dá para notar, tem um tempinho que não posto. Algumas semanas, para ser mais exata.
Acontece, que gente acaba é esquecendo mesmo de postar, aí ferra mesmo.
Para o post de hoje eu vim lamentar a minha incrível falta de capacidade de decidir que projeto de RPG maker que eu vou criar.
Senta que lá vem historinha (apesar de eu achar que quem está lendo isso, se tem alguém lendo isso, já está sentado...):
Há um ano mais ou menos, eu descobri um programa chamado RPG Maker. Um programa para criar jogos cheio de recursos e materiais. Vários autores a internê criam os mais variados recursos para o programa. Bem, não vou falar muito sobre a ferramenta, quem quiser pesquisa.
Depois de um tempo fuçando em todas as versões do programa, e de penar um pouquinho, eu terminei o meu primeiro projeto, cujo nome é "The Last Words". Um jogo de mistério/terrorzinho (na falta de melhores termos) que não me orgulho muito.
Comecei um projeto chamado "The Treehouse Kids". Tava ficando até legal e engraçadinho, mas perdi uma parte do projeto quando meu computador deu pau, e desanimei completamente dele.
De lá para cá, entre muitos experimentos e inícios-de-projeto eu ainda não consegui pensar no que seria "o projeto ideal". Aquele projeto que eu vou me dedicar mesmo, e dar o meu melhor.
É muito difícil. Começando pelo gênero: Eu gosto de terror, de comédia, de jogos modernos, de jogos de fantasia (estilo medieval) e de jogos de mistério, puzzles, e jogos de romance escolar visual novel. E na hora de pensar "qual vai ser o gênero do meu projeto?" e eu sei que é complicado misturar tudo isso, me bate aquela dúvida colossal, logo de início.
E depois passa para a história. Eu crio na minha cabeça muitas histórias e muitos personagens, mas nenhum deles me deu paixão suficiente para motivar a tirar a história da minha cabeça e passar para outro lugar. Desse jeito, não consigo de jeito nenhum bolar um roteiro decente.
Aí na hora de pensar que recursos de imagem usar, é a pior parte. Até hoje eu não encontrei um estilo de arte que me agradasse completamente. Nunca tem uma combinação boa. Até porque eu sou chata pra caramba com isso. E vira e mexe eu acho várias e várias coisas lindas, e não consigo me decidir qual delas usar. Tem hora que eu cismo de criar meus próprios recursos, mas acho trabalhoso e cansativo demais. Sem falar que me falta a habilidade.
E mais uma série de bloqueios esquisitos que eu imponho que não me deixam terminar é bosta nenhuma.
Enfim. Vou continuar tentando. A esperança é a última que morre.
E é isso. Desculpa pela lamentação aleatória. Mas se um dia eu seguir com um projeto, quem sabe eu não coloco aqui...
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divagando
... que definitivamente era para eu estar dormindo. Mas quem disse que o sono vem?
Enfim, eu tive essa ideia de comentar uma coisa por aqui quando eu vi uma matéria da tal teoria que o Wesley Safadão morreu e foi substituído. Essa teoria já apareceu com vários artistas, mas para mim a que tem mais força é a da Avril Lavigne. Eu quase cheguei a acreditar.
Quem quiser espiar nesse blog, a teoria completa, e esse vídeo, onde eu cheguei a conclusão do que eu vou falar nesse post.
Avril Lavigne está morta, sim. Mas, a Avril do passado. A Avril locona, adolescente rebelde, SK8 está mortinha da silva, e enterrada a sete palmos. Mas, ela não morreu de uma vez. Foi morrendo aos poucos e renascendo como uma nova Avril Lavigne, com gostos e personalidades diferentes. Com certeza, muitas das coisas que ela disse que NUNCA iria fazer, ela acabou pegando o gosto pelas coisas, e viu que por mais que antes ela achasse que não gostasse desse tipo de coisa, agora ela gosta.
Isso é uma coisa completamente NORMAL.
O você no passado cada dia morre e se torna uma lembrança, e seu eu de hoje renasce a cada dia. Seus gostos mudam, oportunidades por aí abrem, a cada dia você se torna uma nova pessoa.
Não estamos falando de tipo, você se libertar de algo que você sempre quis ser mas nunca teve a oportunidade. Trata-se de coisas que você não gostava e acreditava que nunca iriam fazer parte de você, e agora estão inteiramente ligadas com sua personalidade.
Resumindo: Nunca diga "nunca" (tipo a musica do Justin Bieber) para as coisas da vida. Um dia, o seu eu do futuro vai ter te enterrado bem fundo, e provavelmente vai gostar ou querer fazer as coisas que você mais abomina.
Pensa com teus botões: O que você faz hoje em dia, que no passado você abominaria? Muita coisa né?
Conclusão: Permita-se transformar, matar seus gostos e se renascer todos os dias. Isso é o que nos evolui, e nos faz melhorar (ou talvez piorar, vai saber) como pessoas.
Post curto, porque nem consigo render.
Enfim, eu tive essa ideia de comentar uma coisa por aqui quando eu vi uma matéria da tal teoria que o Wesley Safadão morreu e foi substituído. Essa teoria já apareceu com vários artistas, mas para mim a que tem mais força é a da Avril Lavigne. Eu quase cheguei a acreditar.
Quem quiser espiar nesse blog, a teoria completa, e esse vídeo, onde eu cheguei a conclusão do que eu vou falar nesse post.
Avril Lavigne está morta, sim. Mas, a Avril do passado. A Avril locona, adolescente rebelde, SK8 está mortinha da silva, e enterrada a sete palmos. Mas, ela não morreu de uma vez. Foi morrendo aos poucos e renascendo como uma nova Avril Lavigne, com gostos e personalidades diferentes. Com certeza, muitas das coisas que ela disse que NUNCA iria fazer, ela acabou pegando o gosto pelas coisas, e viu que por mais que antes ela achasse que não gostasse desse tipo de coisa, agora ela gosta.
Isso é uma coisa completamente NORMAL.
O você no passado cada dia morre e se torna uma lembrança, e seu eu de hoje renasce a cada dia. Seus gostos mudam, oportunidades por aí abrem, a cada dia você se torna uma nova pessoa.
Não estamos falando de tipo, você se libertar de algo que você sempre quis ser mas nunca teve a oportunidade. Trata-se de coisas que você não gostava e acreditava que nunca iriam fazer parte de você, e agora estão inteiramente ligadas com sua personalidade.
Resumindo: Nunca diga "nunca" (tipo a musica do Justin Bieber) para as coisas da vida. Um dia, o seu eu do futuro vai ter te enterrado bem fundo, e provavelmente vai gostar ou querer fazer as coisas que você mais abomina.
Pensa com teus botões: O que você faz hoje em dia, que no passado você abominaria? Muita coisa né?
Conclusão: Permita-se transformar, matar seus gostos e se renascer todos os dias. Isso é o que nos evolui, e nos faz melhorar (ou talvez piorar, vai saber) como pessoas.
Post curto, porque nem consigo render.
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